Aula debate marca o dia internacional da mulher do centro universitário módulo.

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Aula debate marca o dia internacional da mulher do centro universitário módulo.

Estudantes do curso de Pedagogia participaram no dia 06 de março de uma atividade diferenciada para refletir sobre o dia internacional da mulher, comemorado no mundo todo no dia 08/03.

Com o objetivo de lembrar a importância da data e chamar a atenção dos jovens universitários sobre as constantes lutas das mulheres por direitos iguais. Sabe-se que no Brasil e no mundo ainda existem graves violações de direitos humanos, sendo a violência e o abuso cometido contra mulheres de todas as idades um problema crescente em muitas regiões, tanto do globo, quanto do Brasil. No Litoral Norte de São Paulo esse quadro de violência não é diferente.

Visando refletir e conscientizar os jovens sobre o tema, as Professoras Sandra Fátima Faustino e Divina Fátima Santos promoveram em conjunto com os universitários presentes, uma roda de conversa sobre o assunto em questão a partir de suas próprias experiências de vida, onde puderam relatar momentos de desvalorização e desrespeito sofridos apenas por serem mulheres.

As universitárias puderam propor novas formas de comportamentos, abordando a necessidade de promover uma educação tanto no ambiente familiar, quanto na escola, educando assim, para que haja igualdade de oportunidades, sem formas injustas de privilégios baseadas em gênero afinal, homens e mulheres precisam trabalhar para viverem em parceria e em comunhão.

As atividades da noite foram iniciadas por meio de um exercício de concentração e aquecimento, trabalhando a expressão corporal, retratando a simbologia da afetividade do carinho e sensibilizando para o tema. Em seguida foram exibidos três vídeos curtos, públicos e disponibilizados na internet, para despertar e facilitar o debate e a troca na noite. Entre os vídeos exibidos estão: Igualdade de Gênero (ONU); Depoimento de Madona sobre abuso sofrido; e, O que significa para você fazer algo como uma menina. A intensão dos documentários foi chamar a atenção do grupo para questões muito atuais que de certa forma machucam e depreciam a condição das mulheres no mundo atual. Daí a necessidade de fazer encontros de discussão com futuros jovens educadores.

Observando o interesse e o nível de participação dos universitários durante o debate, conclui-se que as turmas trataram com atenção e respeito o tema: o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, e refletiram sobre a constante luta das mulheres por respeito e igualdade de condições no mundo.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Professora do Centro Universitário Módulo e Faculdade São Sebastião (FASS) participa como integrante de Banca Examinadora

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Professora Divina integra Banca Examinadora

A professora Centro Universitário Módulo e Faculdade São Sebastião (FASS), Dra Divina de Fátima dos Santos participou de sessão pública como membro da mesa examinadora responsável por avaliar o trabalho intitulado “Indústria Criativa: Estudo de Casos das Atividades Culturais Em Uma Obra de Assistência Social Na Região Sudeste De São José Dos Campos/SP” que foi produto da defesa de dissertação de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional”, apresentada pelo mestrando Fabrício André Faria.  Além da presença da Doutora Divina, a mesa examinadora também foi composta pelos professores doutores Quésia Postigo Kamimura e  Edson Trajano Vieira, que orientou e presidiu  a banca.

A cerimônia ocorreu nas dependências da Universidade de Taubaté (Unitau) e as imagens podem ser vista abaixo:

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

É preciso perdoar: ciência confirma ligação da mágoa com infarto

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

É preciso perdoar: ciência confirma ligação da mágoa com infarto

Do Correio:

É preciso dizer: “Eu te perdoo”. A conclusão é da Medicina e da Psicologia que, juntas, começam a comprovar que o corpo reage negativamente a sensações como o ressentimento e a raiva. Os infartos, por exemplo, são associados, em alguns casos, a pessoas que não conseguem perdoar. 
Enquanto isso, o perdão tem sido visto como a possibilidade de viver melhor e com mais saúde. Uma questão não apenas subjetiva, mas que faz parte do campo da saúde. 

 

A atenção da ciência em relação ao assunto ganhou força nos últimos 15 anos. Os exames mais modernos de imagem como os eletromagnéticos começaram a medir com mais precisão a reação do cérebro e, consequentemente, do coração a situações de estresse similares ao perdão. 
É do cérebro que partem estímulos nervosos para o coração e o resto do corpo. 

A Psicologia, principalmente depois do advento da Psicanálise, em 1920, sempre se interessou pelos processos inconscientes e subjetivos dos seres humanos.  

Em uma mesa do 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), em junho deste ano, a psicanalista Suzana Avezum apresentou uma pesquisa que mostra relação entre o enfarte agudo do miocárdio, quando a circulação de sangue para uma parte do coração é interrompida, e a dificuldade em perdoar. 

 

A pesquisadora entrevistou 130 pacientes que enfartaram, de 2016 a 2018, e encontrou maior incidência do problema entre aqueles que diziam ter dificuldade para perdoar.  Segundo a Secretaria de Saúda da Bahia (Sesab), neste ano, 2,8 mil pessoas foram internadas depois de sofrerem infarto do miocárdio. Não é possível determinar a causa direta de cada infarto. 

Na Bahia, o tema do perdão na saúde é tratado diretamente por médicos desde 2017, Foi quando surgiu o chamado Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular (Genca), ligado à Sociedade Brasileira de Cardiologia na Bahia. São 14 médicos dedicados no estado.

“Estamos num momento muito aberto uma Medicina um pouco diferente, sem tanta medicação, mas mais sutil, peculiar do ser humano”, explica Lucélia Magalhães, cardiologista coordenadora nacional do Genca.   

 

Até agora, descobertas comprovam, e explicam, como o ato de perdoar age bioquimicamente a ponto de fazer bem ao coração.  

Como o corpo reage 
Todas as situações traumáticas ficam, de alguma forma, registradas no corpo. No corpo, perdoar significa diminuir a quantidade de hormônios de estresse e de desgaste emocional como o cortisol , explica Lucélia,  

É quando a mágoa deixa de ser exclusivamente subjetiva e passa a ser passível de observação, física, palpável. Não há estudos que deem conta dos efeitos medicinais do perdão no corpo de quem o  recebe. Mas quem estuda o perdão está certo de efeitos positivos para ambos.

 

“Em alguém com raiva crônica, o cérebro fica modificado. Conseguimos ver, com marcadores cintilográficos [método de diagnóstico por imagem] alterações, explica.   

As lesões no coração podem ser causadas justamente nesse processo de alterações que levam a um aumento da frequência cardíaca e até a um processo de inflamação do endotélio, a parte mais interna do coração. 

A médica afirma que os estudos já conseguem apontar possíveis relações entre o câncer e sentimentos como a mágoa, a partir da produção excessiva do hormônio cortisol. Não há, no entanto, nenhum consenso científico sobre essa relação. 

 

Por enquanto, relata a cardiologista e psicoterapeuta Rosário von Flach, a ciência já atesta que qualquer momento estressante eleva a frequência cardíaca. 
São chamados de momentos estressantes qualquer episódio em que o corpo se vê obrigado a dar um resposta rápida a uma situação. É o que acontece, por exemplo, quando a mente recebe a notícia de uma  traição. 

Se os batimentos cardíacos são mais fortes, é porque o coração está sendo requisitado além da conta, pontua a médica. Outro ponto é que, na resposta a esse estresse, o corpo pode iniciar um processo inflamatório, que é uma resposta natural do corpo a uma possível desregulação interna ou externa como alterações de níveis de hormônios ou lesões físicas.

“O processo que leva ao infarto é justamente a formação de placas interna no endotélio”, ressalta.

O perdão é a possibilidade de deixar de reviver traumas e, com isso, ativar sensações e dores passadas. O ciclo de ativar substâncias danosas, então, é rompido. Não por isso, perdoar significa esquecer. 

Quando falam de perdão, as especialistas também falam de um processo de ressignificação de um trama. E não adianta ser apenas da boca para fora, pois o corpo não pode ser enganado.

“Um dia, algo que tem importância, perde sua força. Quando falo de esquecer, eu falo disso”, ressalta Von Flach.

Mas como perdoar?  
A Medicina já possui um vocabulário próprio para falar do perdão. Aquele que perdoa, por exemplo, é chamado de “magoado”, e o outro a quem se destina o perdão, de “objeto”. Para medir a disposição para o perdão, geralmente são aplicados questionários que supõem situações hipotéticas nas quais os pacientes precisam se colocar. 

“Medir, diretamente, não conseguimos, porque é uma coisa muito subjetiva. Mas costumamos perguntar: em tal situação, você seria capaz de perdoar?”, explica o doutor em Cardiologia Luiz Ritt e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.  

Um momento traumático é registrado pelo corpo e o ressentimento – o ato de sentir de novo – traz à tona sensações passadas. Se a pessoa não conseguir ressignificar o sentimento, haverá um dano no corpo toda as vezes em quea pessoarelembrar um trauma passado. Isso porque as lembranças reativarão os mesmo processos bioquímicos, como a liberação de hormônios, como a situação fosse revivida.  

Embora seja possível comprovar que o perdão é curativo, não há receita de bolo, nem tempo específico, para perdoar. A médica Rosário Von Flach sugere momentos de busca pelo perdão. 

Primeiro, é preciso admitir que o sofrimento existe. Também é necessário dar espaço à vazão de sentimentos que aparecerão, como raiva e ódio. E compreender a humanidade do outro. Se quem magoou é humano, é esperado que erros sejam cometidos – falhas que são, inclusive, recíprocas. Nessa lógica, ninguém é vítima, ninguém é algoz.

O resultado é que quem errou começa a ser colocado numa posição de “educador”.

“Quando colocamos aquele que nos agrediu como nosso mestre, porque todo trauma nos ensina, passamos a honrá-lo como nosso mestre.

Se, até agora, você ainda acha que o perdão é impossível, vale dizer que os traumas, na verdade, são nossas primeiras experiências de vida.  O primeiro grande trauma sofrido é o próprio nascimento, quando somos lançados a força do único mundo conhecido a um universo completamente novo. 

“É uma situação traumática gravíssima. Você  lembra? Eu não. Mas o que foi difícil, depois de sermos bem recebidas, alimentadas, tudo aquilo fica como uma memória traumática que não reativa“, diz a médica. Então, se o nascimento pode ser perdoado, atesta a ciência, tudo pode. 

‘Achavam que falar de perdão não era ciência’
Quando, há 10 anos, começou a se interessar pelo tema do perdão, a cardiologista Lucélia Magalhães lembra que, em todo Brasil, eram apenas ela e outros seis médicos. A comunidade médica acreditava que aquilo sequer era ciência. 

“Lá dentro, havia um debate que aquilo não era ciência, mas provamos que é ciência, é baseado em estudos. Achavam que falar de perdão não era ciência”, lembra a médica. 

Os seis médicos, ao longo dos anos, viraram 930 – quantidade de médicos cadastrados no Genca Brasil. Se antes, também era escassas as produções científicas, entre cinco e seis no ano, hoje, a média anual é mais que o triplo.  

O assunto do perdão faz parte de um tópico chamado de “espiritualidade” pela Medicina. A espiritualidade, explica o cardiologista Luiz Ritt, é compreendida não sob o ponto de vista religioso, mas como “conjunto de valores morais, mentais e emocionais que norteiam pensamentos, comportamentos e atitudes nas circunstâncias da vida de relacionamento inter e intrapessoal”. 

Neste ano, a Sociedade de Cardiologia lançou uma diretriz especifica espiritualidade e saúde. O documento sugere que os médicos perguntem de modo aberto sobre os valores dos pacientes, por exemplo. 

Hoje, em Salvador, duas faculdades de Medicina têm matérias específicas sobre espiritualidade, segundo Lucélia Magalhães – a Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e o Centro Universitário UFTC. 

Em agosto de 2017, quando o Genca Bahia foi lançado, em média 240 pessoas se reuniam para discutir questões mais subjetivas ligadas à Medicina.

“Só tende a crescer. Tínhamos que começar com embasamento científico, se não, não conseguiríamos sobreviver”, opina Lucélia. 

O doutor em cardiologia Luiz Ritt afirma que ainda não é padrão, nos hospitais, levantar a rotina psicológica do paciente, como ele se relaciona nos momentos de raiva, do que ele sente raiva, se ele é capaz de perdoar. 

A incorporação das demandas ditas espirituais nas consultas depende, no entanto, de cada médico. E das próprias demandas dos pacientes, opina Ritt, que cada vez mais solicitam abordagens mais pessoais e subjetivas. “As pesquisas, nesse sentido, são mais recentes. Acho que estamos num processo de difundir mais esse conhecimento”, finaliza.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Caminhada: 8 benefícios para a saúde física e mental

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Caminhada: 8 benefícios para a saúde física e mental

Um exercício simples de ser praticado que além de barato, é muito eficiente. A caminhada é uma excelente atividade para prevenir doenças, perder peso e cuidar da saúde mental. Conheça 8 benefícios da caminhada:

1. Combate o Mal de Alzheimer

Ao estudar 6 mil voluntários, um estudo realizado pela Universidade da California, EUA, descobriu que uma caminhada simples pode reduzir consideravelmente o risco de desenvolver Alzheimer, uma vez que tal atividade física ocasiona uma melhor capacidade mental nas pessoas de idade mais avançada.

2. Evita doenças vasculares, como o AVC

De acordo com um estudo publicado na revista Stroke, que analisou 33 mil pessoas, as mulheres que mantinham o hábito de caminhar por mais de três horas por semana apresentaram 435 menos riscos de sofrerem um AVC, em comparação com aquelas que não mantinham o mesmo hábito e não praticavam qualquer atividade física.

3. Combate os sintomas da depressão

O hábito de caminhar regularmente é um forte aliado no combate aos sintomas da depressão, pois durante a atividade, é liberado a endorfina, hormônio responsável pela sensação de prazer,  relaxamento e bem-estar.

 

4. Auxilia a regular a diabetes

A caminhada regular também ajuda a controlar a diabetes, uma vez que a insulina (substância responsável por absorver  glicose) é produzida em maior quantidade durante a prática de atividades físicas, e isso ocorre por conta do esforço físico empregado que estimula a circulação sanguínea, bem como o bom funcionamento do fígado e pâncreas.

5. Auxilia no desejo pelo consumo de doces

De acordo com uma pesquisa cientifica realizada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, uma caminhada de 15 minutos diários pode diminuir consideravelmente o desejo de comer doces, além de controlar a compulsão alimentar. Isso ocorre porque o exercício físico provoca uma sensação de bem-estar que se assemelha com a mesma que é liberada ao consumir doces.

6. Auxilia no Tratamento a Osteoporose

Quem sofre de osteoporose, com a devida orientação profissional, pode encontrar na caminhada uma preciosa aliada para combater esse mal, uma vez que, ao contrario do que pensa o senso comum, a movimentação do corpo e o atrito dos pés com o estimulam impulsos elétricos que aumentam a absorção de cálcio fortalecendo, dessa forma, os ossos.

 

 

7. Auxilia no processo de emagrecer

Além de combater a compulsão pelo consumo de doces, melhorar a capacidade respiratória e combater problemas cardiovasculares, a atividade regular de caminhada auxilia a emagrecer, uma vez que respeitadas as particularidades e regras referentes a regularidade, tempo e velocidade.

8. Auxilia no abandono ao tabagismo

Novamente de acordo com pesquisa cientifica produzida pela Universidade de Exeter, a caminhada é uma forte aliada para aqueles que desejam parar de fumar. O estudo que analisou 140 pessoas viciadas em cigarro, pode observar que a abstinência pode ser combatida com curtos períodos de exercícios físicos de intensidade moderada, fator essencial parar o abandono do tabagismo.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica