Aula debate marca o dia internacional da mulher do centro universitário módulo.

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Aula debate marca o dia internacional da mulher do centro universitário módulo.

Estudantes do curso de Pedagogia participaram no dia 06 de março de uma atividade diferenciada para refletir sobre o dia internacional da mulher, comemorado no mundo todo no dia 08/03.

Com o objetivo de lembrar a importância da data e chamar a atenção dos jovens universitários sobre as constantes lutas das mulheres por direitos iguais. Sabe-se que no Brasil e no mundo ainda existem graves violações de direitos humanos, sendo a violência e o abuso cometido contra mulheres de todas as idades um problema crescente em muitas regiões, tanto do globo, quanto do Brasil. No Litoral Norte de São Paulo esse quadro de violência não é diferente.

Visando refletir e conscientizar os jovens sobre o tema, as Professoras Sandra Fátima Faustino e Divina Fátima Santos promoveram em conjunto com os universitários presentes, uma roda de conversa sobre o assunto em questão a partir de suas próprias experiências de vida, onde puderam relatar momentos de desvalorização e desrespeito sofridos apenas por serem mulheres.

As universitárias puderam propor novas formas de comportamentos, abordando a necessidade de promover uma educação tanto no ambiente familiar, quanto na escola, educando assim, para que haja igualdade de oportunidades, sem formas injustas de privilégios baseadas em gênero afinal, homens e mulheres precisam trabalhar para viverem em parceria e em comunhão.

As atividades da noite foram iniciadas por meio de um exercício de concentração e aquecimento, trabalhando a expressão corporal, retratando a simbologia da afetividade do carinho e sensibilizando para o tema. Em seguida foram exibidos três vídeos curtos, públicos e disponibilizados na internet, para despertar e facilitar o debate e a troca na noite. Entre os vídeos exibidos estão: Igualdade de Gênero (ONU); Depoimento de Madona sobre abuso sofrido; e, O que significa para você fazer algo como uma menina. A intensão dos documentários foi chamar a atenção do grupo para questões muito atuais que de certa forma machucam e depreciam a condição das mulheres no mundo atual. Daí a necessidade de fazer encontros de discussão com futuros jovens educadores.

Observando o interesse e o nível de participação dos universitários durante o debate, conclui-se que as turmas trataram com atenção e respeito o tema: o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, e refletiram sobre a constante luta das mulheres por respeito e igualdade de condições no mundo.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Professora do Centro Universitário Módulo e Faculdade São Sebastião (FASS) participa como integrante de Banca Examinadora

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Professora Divina integra Banca Examinadora

A professora Centro Universitário Módulo e Faculdade São Sebastião (FASS), Dra Divina de Fátima dos Santos participou de sessão pública como membro da mesa examinadora responsável por avaliar o trabalho intitulado “Indústria Criativa: Estudo de Casos das Atividades Culturais Em Uma Obra de Assistência Social Na Região Sudeste De São José Dos Campos/SP” que foi produto da defesa de dissertação de Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional”, apresentada pelo mestrando Fabrício André Faria.  Além da presença da Doutora Divina, a mesa examinadora também foi composta pelos professores doutores Quésia Postigo Kamimura e  Edson Trajano Vieira, que orientou e presidiu  a banca.

A cerimônia ocorreu nas dependências da Universidade de Taubaté (Unitau) e as imagens podem ser vista abaixo:

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

É preciso perdoar: ciência confirma ligação da mágoa com infarto

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

É preciso perdoar: ciência confirma ligação da mágoa com infarto

Do Correio:

É preciso dizer: “Eu te perdoo”. A conclusão é da Medicina e da Psicologia que, juntas, começam a comprovar que o corpo reage negativamente a sensações como o ressentimento e a raiva. Os infartos, por exemplo, são associados, em alguns casos, a pessoas que não conseguem perdoar. 
Enquanto isso, o perdão tem sido visto como a possibilidade de viver melhor e com mais saúde. Uma questão não apenas subjetiva, mas que faz parte do campo da saúde. 

 

A atenção da ciência em relação ao assunto ganhou força nos últimos 15 anos. Os exames mais modernos de imagem como os eletromagnéticos começaram a medir com mais precisão a reação do cérebro e, consequentemente, do coração a situações de estresse similares ao perdão. 
É do cérebro que partem estímulos nervosos para o coração e o resto do corpo. 

A Psicologia, principalmente depois do advento da Psicanálise, em 1920, sempre se interessou pelos processos inconscientes e subjetivos dos seres humanos.  

Em uma mesa do 40º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), em junho deste ano, a psicanalista Suzana Avezum apresentou uma pesquisa que mostra relação entre o enfarte agudo do miocárdio, quando a circulação de sangue para uma parte do coração é interrompida, e a dificuldade em perdoar. 

 

A pesquisadora entrevistou 130 pacientes que enfartaram, de 2016 a 2018, e encontrou maior incidência do problema entre aqueles que diziam ter dificuldade para perdoar.  Segundo a Secretaria de Saúda da Bahia (Sesab), neste ano, 2,8 mil pessoas foram internadas depois de sofrerem infarto do miocárdio. Não é possível determinar a causa direta de cada infarto. 

Na Bahia, o tema do perdão na saúde é tratado diretamente por médicos desde 2017, Foi quando surgiu o chamado Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular (Genca), ligado à Sociedade Brasileira de Cardiologia na Bahia. São 14 médicos dedicados no estado.

“Estamos num momento muito aberto uma Medicina um pouco diferente, sem tanta medicação, mas mais sutil, peculiar do ser humano”, explica Lucélia Magalhães, cardiologista coordenadora nacional do Genca.   

 

Até agora, descobertas comprovam, e explicam, como o ato de perdoar age bioquimicamente a ponto de fazer bem ao coração.  

Como o corpo reage 
Todas as situações traumáticas ficam, de alguma forma, registradas no corpo. No corpo, perdoar significa diminuir a quantidade de hormônios de estresse e de desgaste emocional como o cortisol , explica Lucélia,  

É quando a mágoa deixa de ser exclusivamente subjetiva e passa a ser passível de observação, física, palpável. Não há estudos que deem conta dos efeitos medicinais do perdão no corpo de quem o  recebe. Mas quem estuda o perdão está certo de efeitos positivos para ambos.

 

“Em alguém com raiva crônica, o cérebro fica modificado. Conseguimos ver, com marcadores cintilográficos [método de diagnóstico por imagem] alterações, explica.   

As lesões no coração podem ser causadas justamente nesse processo de alterações que levam a um aumento da frequência cardíaca e até a um processo de inflamação do endotélio, a parte mais interna do coração. 

A médica afirma que os estudos já conseguem apontar possíveis relações entre o câncer e sentimentos como a mágoa, a partir da produção excessiva do hormônio cortisol. Não há, no entanto, nenhum consenso científico sobre essa relação. 

 

Por enquanto, relata a cardiologista e psicoterapeuta Rosário von Flach, a ciência já atesta que qualquer momento estressante eleva a frequência cardíaca. 
São chamados de momentos estressantes qualquer episódio em que o corpo se vê obrigado a dar um resposta rápida a uma situação. É o que acontece, por exemplo, quando a mente recebe a notícia de uma  traição. 

Se os batimentos cardíacos são mais fortes, é porque o coração está sendo requisitado além da conta, pontua a médica. Outro ponto é que, na resposta a esse estresse, o corpo pode iniciar um processo inflamatório, que é uma resposta natural do corpo a uma possível desregulação interna ou externa como alterações de níveis de hormônios ou lesões físicas.

“O processo que leva ao infarto é justamente a formação de placas interna no endotélio”, ressalta.

O perdão é a possibilidade de deixar de reviver traumas e, com isso, ativar sensações e dores passadas. O ciclo de ativar substâncias danosas, então, é rompido. Não por isso, perdoar significa esquecer. 

Quando falam de perdão, as especialistas também falam de um processo de ressignificação de um trama. E não adianta ser apenas da boca para fora, pois o corpo não pode ser enganado.

“Um dia, algo que tem importância, perde sua força. Quando falo de esquecer, eu falo disso”, ressalta Von Flach.

Mas como perdoar?  
A Medicina já possui um vocabulário próprio para falar do perdão. Aquele que perdoa, por exemplo, é chamado de “magoado”, e o outro a quem se destina o perdão, de “objeto”. Para medir a disposição para o perdão, geralmente são aplicados questionários que supõem situações hipotéticas nas quais os pacientes precisam se colocar. 

“Medir, diretamente, não conseguimos, porque é uma coisa muito subjetiva. Mas costumamos perguntar: em tal situação, você seria capaz de perdoar?”, explica o doutor em Cardiologia Luiz Ritt e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.  

Um momento traumático é registrado pelo corpo e o ressentimento – o ato de sentir de novo – traz à tona sensações passadas. Se a pessoa não conseguir ressignificar o sentimento, haverá um dano no corpo toda as vezes em quea pessoarelembrar um trauma passado. Isso porque as lembranças reativarão os mesmo processos bioquímicos, como a liberação de hormônios, como a situação fosse revivida.  

Embora seja possível comprovar que o perdão é curativo, não há receita de bolo, nem tempo específico, para perdoar. A médica Rosário Von Flach sugere momentos de busca pelo perdão. 

Primeiro, é preciso admitir que o sofrimento existe. Também é necessário dar espaço à vazão de sentimentos que aparecerão, como raiva e ódio. E compreender a humanidade do outro. Se quem magoou é humano, é esperado que erros sejam cometidos – falhas que são, inclusive, recíprocas. Nessa lógica, ninguém é vítima, ninguém é algoz.

O resultado é que quem errou começa a ser colocado numa posição de “educador”.

“Quando colocamos aquele que nos agrediu como nosso mestre, porque todo trauma nos ensina, passamos a honrá-lo como nosso mestre.

Se, até agora, você ainda acha que o perdão é impossível, vale dizer que os traumas, na verdade, são nossas primeiras experiências de vida.  O primeiro grande trauma sofrido é o próprio nascimento, quando somos lançados a força do único mundo conhecido a um universo completamente novo. 

“É uma situação traumática gravíssima. Você  lembra? Eu não. Mas o que foi difícil, depois de sermos bem recebidas, alimentadas, tudo aquilo fica como uma memória traumática que não reativa“, diz a médica. Então, se o nascimento pode ser perdoado, atesta a ciência, tudo pode. 

‘Achavam que falar de perdão não era ciência’
Quando, há 10 anos, começou a se interessar pelo tema do perdão, a cardiologista Lucélia Magalhães lembra que, em todo Brasil, eram apenas ela e outros seis médicos. A comunidade médica acreditava que aquilo sequer era ciência. 

“Lá dentro, havia um debate que aquilo não era ciência, mas provamos que é ciência, é baseado em estudos. Achavam que falar de perdão não era ciência”, lembra a médica. 

Os seis médicos, ao longo dos anos, viraram 930 – quantidade de médicos cadastrados no Genca Brasil. Se antes, também era escassas as produções científicas, entre cinco e seis no ano, hoje, a média anual é mais que o triplo.  

O assunto do perdão faz parte de um tópico chamado de “espiritualidade” pela Medicina. A espiritualidade, explica o cardiologista Luiz Ritt, é compreendida não sob o ponto de vista religioso, mas como “conjunto de valores morais, mentais e emocionais que norteiam pensamentos, comportamentos e atitudes nas circunstâncias da vida de relacionamento inter e intrapessoal”. 

Neste ano, a Sociedade de Cardiologia lançou uma diretriz especifica espiritualidade e saúde. O documento sugere que os médicos perguntem de modo aberto sobre os valores dos pacientes, por exemplo. 

Hoje, em Salvador, duas faculdades de Medicina têm matérias específicas sobre espiritualidade, segundo Lucélia Magalhães – a Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e o Centro Universitário UFTC. 

Em agosto de 2017, quando o Genca Bahia foi lançado, em média 240 pessoas se reuniam para discutir questões mais subjetivas ligadas à Medicina.

“Só tende a crescer. Tínhamos que começar com embasamento científico, se não, não conseguiríamos sobreviver”, opina Lucélia. 

O doutor em cardiologia Luiz Ritt afirma que ainda não é padrão, nos hospitais, levantar a rotina psicológica do paciente, como ele se relaciona nos momentos de raiva, do que ele sente raiva, se ele é capaz de perdoar. 

A incorporação das demandas ditas espirituais nas consultas depende, no entanto, de cada médico. E das próprias demandas dos pacientes, opina Ritt, que cada vez mais solicitam abordagens mais pessoais e subjetivas. “As pesquisas, nesse sentido, são mais recentes. Acho que estamos num processo de difundir mais esse conhecimento”, finaliza.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Caminhada: 8 benefícios para a saúde física e mental

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Caminhada: 8 benefícios para a saúde física e mental

Um exercício simples de ser praticado que além de barato, é muito eficiente. A caminhada é uma excelente atividade para prevenir doenças, perder peso e cuidar da saúde mental. Conheça 8 benefícios da caminhada:

1. Combate o Mal de Alzheimer

Ao estudar 6 mil voluntários, um estudo realizado pela Universidade da California, EUA, descobriu que uma caminhada simples pode reduzir consideravelmente o risco de desenvolver Alzheimer, uma vez que tal atividade física ocasiona uma melhor capacidade mental nas pessoas de idade mais avançada.

2. Evita doenças vasculares, como o AVC

De acordo com um estudo publicado na revista Stroke, que analisou 33 mil pessoas, as mulheres que mantinham o hábito de caminhar por mais de três horas por semana apresentaram 435 menos riscos de sofrerem um AVC, em comparação com aquelas que não mantinham o mesmo hábito e não praticavam qualquer atividade física.

3. Combate os sintomas da depressão

O hábito de caminhar regularmente é um forte aliado no combate aos sintomas da depressão, pois durante a atividade, é liberado a endorfina, hormônio responsável pela sensação de prazer,  relaxamento e bem-estar.

 

4. Auxilia a regular a diabetes

A caminhada regular também ajuda a controlar a diabetes, uma vez que a insulina (substância responsável por absorver  glicose) é produzida em maior quantidade durante a prática de atividades físicas, e isso ocorre por conta do esforço físico empregado que estimula a circulação sanguínea, bem como o bom funcionamento do fígado e pâncreas.

5. Auxilia no desejo pelo consumo de doces

De acordo com uma pesquisa cientifica realizada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, uma caminhada de 15 minutos diários pode diminuir consideravelmente o desejo de comer doces, além de controlar a compulsão alimentar. Isso ocorre porque o exercício físico provoca uma sensação de bem-estar que se assemelha com a mesma que é liberada ao consumir doces.

6. Auxilia no Tratamento a Osteoporose

Quem sofre de osteoporose, com a devida orientação profissional, pode encontrar na caminhada uma preciosa aliada para combater esse mal, uma vez que, ao contrario do que pensa o senso comum, a movimentação do corpo e o atrito dos pés com o estimulam impulsos elétricos que aumentam a absorção de cálcio fortalecendo, dessa forma, os ossos.

 

 

7. Auxilia no processo de emagrecer

Além de combater a compulsão pelo consumo de doces, melhorar a capacidade respiratória e combater problemas cardiovasculares, a atividade regular de caminhada auxilia a emagrecer, uma vez que respeitadas as particularidades e regras referentes a regularidade, tempo e velocidade.

8. Auxilia no abandono ao tabagismo

Novamente de acordo com pesquisa cientifica produzida pela Universidade de Exeter, a caminhada é uma forte aliada para aqueles que desejam parar de fumar. O estudo que analisou 140 pessoas viciadas em cigarro, pode observar que a abstinência pode ser combatida com curtos períodos de exercícios físicos de intensidade moderada, fator essencial parar o abandono do tabagismo.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Intergeracionalidade: Cartas na Mesa é apresentado em primeiro evento oficial da Academia Caraguatatubense de Letras

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Intergeracionalidade: Cartas na Mesa é apresentado em primeiro evento oficial da Academia Caraguatatubense de Letras

A psicóloga Dra. Divina de Fátima dos Santos que atua como professora no Centro Universitário Módulo e na Faculdade São Sebastião, lançou seu livro “Intergeracionalidade: Cartas na Mesa” no primeiro evento oficial da Academia Caraguatatubense de letras. O evento ocorreu na Câmara Municipal de Caraguatatuba no dia 10 de fevereiro de 2020 e também contou com o lançamento do livro “Vida e Magistratura com Bom Humor” do desembargador Dr. Vladimir Passos de Freitas.

A Academia foi fundada em 13 de dezembro de 2017, por meio da lei municipal nº 2.385/2017 de autoria do vereador Carlinhos da Farmácia. Estiveram presentes prestigiando a cerimônia os membros representantes da associação literária: João Mario Estevam da Silva, professor e juiz de Direito Titular da 2ª Vara Cível de Caraguatatuba; Maria Antônia de Lima Ribeiro Furgeri, mestre e reitora do Centro Universitário Módulo; Marcelino Sato Matsuda, professor e coordenador do Curso de Direito do Centro Universitário Módulo, a noite também contou com a presença do Prefeito Aguilar Junior, do Presidente da Câmara dos vereadores Carlinhos da farmácia, bem como vários outros amigos e admiradores.

Dr. Freitas é desembargador aposentado e já presidiu o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, são 74 anos de vida e mais de duas décadas de vida profissional com muitas histórias para contar, todas elas relatadas em sua obra. O Município de Caraguatatuba fez parte de sua história, local onde iniciou sua carreira profissional e que também foi retratada nas páginas de “Vida e Magistratura com Bom Humor”.

“Intergeracionalidade: Cartas na Mesa”, livro da Professora Dra. Divina apresentado no evento, foi resultado do trabalho realizado durante o desenvolvimento de sua tese de doutorado pela PUC-SP. A obra é premiada e reconhecida no meio acadêmico e entre profissionais que trabalham com questões intergeracionais. No livro são abordados assuntos relacionados a psicologia, gerontologia, educação, sociologia, e demais temas que envolvem a subjetividade humana.

Uma das metodologias aplicadas no desenvolvimento da obra da Dra. Divina foi a grafoterapia. O estudo ocorreu por meio da análise de conteúdo da troca de cartas escritas entre idosos de um Centro de Referência do Idoso vinculado ao SEPEDI e crianças de escolas públicas vinculadas a Secretaria Municipal de Educação ambas na cidade de Caraguatatuba- SP.

Dra. Divina enfatizou sobre a necessidade de se ampliar trabalhos interventivos que possam unir as diferentes gerações. Esse tipo de atividade tem crescido dentro e fora do Brasil desde os anos 90 com objetivo de diminuir o distanciamento e conflitos entre gerações. Dessa forma, o convívio harmônico entre pais e filhos, avós e netos, de jovens e idosos dentro e fora de uma família, decorre da transformação de estruturas econômicas e políticas e tal processo passa necessariamente pela educação das novas gerações desde muito cedo.

As iniciativas intergeracionais também são assimiladas como formas aliadas ao combate e mobilizações contra o preconceito geracional, racial, étnico, de gênero, e a todo e qualquer tipo de preconceito. Divina afirmou que em seu livro pretendeu “dar visibilidade e voz a idosos e crianças, categorias que compõem uma importantíssima parcela de nossa sociedade e que não raro, são negligenciados pelas políticas sociais.”

Confira abaixo as imagens!

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

CONVITE

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

CONVITE

ATENÇÃO

Para todos que perderam o coquetel de Lançamento do livro Intergeracionalidade: Cartas Na Mesa, poderão comparecer a este novo evento  que ocorrerá na Academia Caraguatubense de Letras.

Quem desejar também poderá adquirir o Livro no local

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Professora Divina promove campanha pela não violência

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Professora Divina promove campanha pela não violência

Com o objetivo de despertar a conscientização de cada cidadão sobre a cultura da paz e a prática da não violência, a professora Dra Divina e os estudantes do curso de Pedagogia do Centro Universitário Módulo, promoveram no último dia 4/11, um encontro com o objetivo de debater a invisível violência psicológica que ainda afeta boa parte da população, sobretudo, os mais fragilizados socialmente e que inclusive foi relatada por várias estudantes em situações que vivenciaram esse tipo de experiência.

Em 2019, o município de Caraguatatuba por meio das secretarias municipais vem realizando a campanha dos 16 dias de atividades em prol do fim de todo tipo de violência e o Centro Universitário Módulo não podia ficar de fora. Dessa forma, os estudantes de pedagogia decidiram abordar a violência psicológica e tentaram mobilizar e conscientizar os demais cursos a participarem da iniciativa não apenas na universidade, mas durante a vida externa ao ambiente pedagógico.

O evento é realizado mundialmente, entre 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e 10 de dezembro, data em que foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos. As atividades promovidas pelo município de Caraguatatuba visam o enfrentamento de toda forma de violência contra a mulher, com campanhas que pretendem ainda promover o debate sobre os demais tipos de violências e estimular a cultura da paz e do convívio harmonioso entre todos, independentemente de classe social, gênero, grupo etário etc.

Assim, durante as atividades que foram iniciadas com o curso de pedagogia, relativas às ações que abordaram a violência psicológica, criou-se um ambiente seguro e oportuno onde os estudantes pensaram e apresentaram situações pelas quais os próprios foram submetidos a algum tipo de violência dessa natureza.

As experiências foram expostas por meio de frases e para trabalhar esse trauma, foi proposta a construção de poesias, por meio das quais se pretendeu superar dores e angústias que ainda assolassem aqueles que sofreram as violências reportadas. Dessa forma, o resultado do trabalho foi exposto em painéis, assim como foi efetuado o convite para toda a faculdade – professores, alunos e funcionários a participarem do projeto.

A exposição de painéis estará à mostra até o dia 14 de novembro, e terá como objetivo conscientizar os universitários, bem como o público em geral, para pensar a respeito do tema e analisar se os próprios estariam sendo vítimas deste tipo de violência, para assim buscarem a devida a ajuda para superar esse mal.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

I Mostra Módulo de Produção CAPES PIBID e Residência Pedagógica

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

I Mostra Módulo de Produção CAPES PIBID e Residência Pedagógica

Ocorreu no Centro Universitário Módulo, entre os dias 21 e 31/10, no hall de entrada do bloco 1, a exposição dos trabalhos acadêmicos produzidos pelos alunos da instituição e que foram realizados no âmbito do PIBID e do programa de Residência Pedagógica, subáreas: Educação Física e Pedagogia.

A exposição contou com projetos de temas variados e que vêm sendo desenvolvidos por meio de apoio do CAPES, na qual foram apresentados exemplos do emprego de práticas educacionais em escolas públicas, tanto na cidade de Caraguatatuba quanto em Ubatuba. Assim, o evento pôde trazer muita alegria aos estudantes que aproveitaram a ocasião, para divulgar a importância do trabalho que estão realizando na região, seus impactos e a revolução no modo ensinar, tornando a aprendizagem mais estimulante. Todos que participaram, tiveram a oportunidade de explicar aos presentes como funciona a relação entre teoria e prática, além de unirem os conceitos teóricos estudados em sala de aula, aplicando-os de maneira interativas nas escolas municipais, e, dessa forma, ampliando significativamente o aprendizado das crianças.

Já os universitários do Módulo que participaram dessa exposição, também puderam constatar e compreender melhor os assuntos abordados pelos seus colegas, de modo que se sentiram estimulados a ingressarem em futuras pesquisas acadêmicas na instituição.

Alunos do curso de Licenciatura em Educação Física ao lado do Prof. Teófilo.

Os estudantes que já haviam exibido seus trabalhos em São Paulo, tiveram a oportunidade de apresentar as produções tanto para a comunidade acadêmica, quanto para o público local. A produção de artigos onde são relatadas as experiências práticas obtidas pelos estudantes, bem como suas orgulhosas exibições, são elementos fundamentais para pavimentar a formação de futuros profissionais da educação.

Além de divulgar os cursos superiores oferecidos pela instituição, a mostra foi importante para disseminar o conhecimento acadêmico na esfera municipal, atraindo a atenção de toda comunidade para a educação superior de qualidade que é oferecida pelo Módulo.

A exposição das pesquisas acadêmicas, também ocorrerá nas escolas participantes do projeto, tanto em Caraguatatuba, quanto em Ubatuba. Vale lembrar que, em todas as escolas participantes do projeto, existe o acompanhamento de um professor local que faz a supervisão e orientação in loco dos universitários, o que dinamiza ainda mais essa atividade. Já no Centro Universitário Módulo, os professores que acompanham e orientam os alunos em todas as etapas deste importante projeto, são os professores Dra. Divina de Fátima dos Santos, Dra. Shirley Cabarite, Ms. Antônio Roberto Alves Felippe e Ms. Teófilo Antônio Máximo Pimenta.

Público presente

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica