Os desafios e as oportunidades de se longeviver

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Os desafios e as oportunidades de se longeviver

Hoje se vive mais e em condições de vida muito superiores que nossos antepassados. Seremos ainda mais velhos que nossos avós, e não podemos ignorar que seremos nós os velhos do futuro e, que, precisamos urgentemente pensar e planejar que tipo de velhice desejamos para nós.

O Conselho Regional de Psicologia – Subsede Vale do Paraíba e Litoral Norte, em parceria com o Centro Universitário Módulo, realizou no último dia 01 de outubro de 2012, data em que se comemora o Dia Internacional da Pessoa Idosa, uma Roda de Conversa sobre a temática “Longevidade – Desafios e Oportunidades”.

Estiveram presentes no auditório da universidade cerca de 200 pessoas entre professores e estudantes de diferentes áreas como educação física, enfermagem, pedagogia, biologia e matemática, e profissionais que já atuam na área do envelhecimento humano, como é o caso de Terapeutas Ocupacionais, Assistentes Sociais e Psicólogos, além de familiares e pessoas da comunidade interessados no tema. Destacamos a presença do Sr. Sebastião Passarelli da cidade de São Sebastião e membro do diretório estadual da pessoa idosa, da Sra. Cida Waack, atual presidente do Conselho Municipal do Idoso da cidade de Caraguatatuba e da Professora e representante da Universidade Módulo, Sra. Maria Antonia de Lima Ribeiro Furgeri que intermediou a parceria e a realização deste importante evento na cidade.

O crescimento da expectativa de vida e de seus reflexos na estrutura econômica do Brasil

No encontro, tivemos como palestrante o jornalista e Mestre em Economia pela PUC-SP, Jorgemar Soares Felix, que apresentou vários dados sobre a economia do envelhecimento e da necessidade de planejamento tanto de políticas públicas em todas as esferas (municipal, estadual e federal) em relação ao envelhecimento da população, quanto de cada ser humano para que atinja essa importante etapa da vida de forma saudável. Ele fez algumas ponderações a respeito do crescimento da expectativa de vida e de seus reflexos na estrutura econômica do Brasil e do mundo na esfera individual e na sociedade como um todo.

Ele abordou também a temática da aposentadoria, a realidade do INSS e as dificuldades de se manter o sistema de aposentadoria no modelo atual, explicando que quando o atual sistema de aposentadoria foi criado, a população não vivia tanto quanto vive hoje e, que um novo modelo possivelmente deverá ser repensado para o futuro dando exemplos de modelos da Europa, do Japão, dos Estados Unidos e do nosso vizinho Chile. O aumento da expectativa de vida foi uma conquista da humanidade, afinal hoje se vive mais e em condições de vida muito superiores que nossos antepassados. Mas tudo indica que seremos ainda mais velhos que nossos avós, e não podemos ignorar que seremos nós os velhos do futuro e, que, precisamos urgentemente pensar e planejar que tipo de velhice desejamos para nós. Por outro lado, ao longo dos anos e na medida em que envelhecemos necessitamos de cuidados diferenciados principalmente nos que se refere a algumas doenças crônicas, alimentação e autocuidado. 

Ser idoso hoje, suas implicações emocionais e de saúde

Já a psicóloga e Mestre em Gerontologia pela PUC-SP, Isabella Quadros, fez os presentes refletirem sobre o que é ser idoso hoje, suas implicações emocionais e de saúde na família, e sobre a necessidade de se ter e manter uma rede de amizade ampla, próxima e fiel. Ela afirmou que embora a responsabilidade do cuidado do idoso ainda seja predominantemente entendida como sendo da família, é preciso refletir e ponderar sobre qual família falamos, já que o conceito de família mudou e está cada vez mais complexo. É preciso verificar o quanto os membros mais jovens de uma família estão dispostos a investir nos membros mais velhos, principalmente se o velho requer alguns cuidados mais elaborados e específicos. Ela lembrou os presentes dando exemplos concretos do desprezo dado ao velho e do quanto as pessoas negam o próprio envelhecimento, num mundo que supervaloriza o belo e a juventude. Lembrou também que procedimentos cirúrgicos (como as plásticas) têm limitações; portanto, é preciso encarar o processo de envelhecimento e os limites decorrentes desse processo de forma mais madura.

Trabalhar com o público “envelhescente”

A coordenadora da mesa, Divina de Fátima dos Santos, que também é psicóloga e mestre em gerontologia, fechou a noite apresentando aos presentes alguns dados atualizados sobre as possibilidades de mercado de trabalho para os profissionais que desejam trabalhar com o público “envelhescente” e da urgente necessidade de profissionalização na área, uma vez que, o mercado ainda é muito carente nesse sentido, pois o número de geriatras, gerontólogos e profissionais que de fato têm interesse em trabalhar com esse público é pequeno. Ela destacou que a principal queixa da população idosa de hoje é que, em geral, os profissionais da saúde tendem a infantilizá-los e que não dirigem a palavra a eles diretamente; isso tem provocado um certo descontentamento e desconforto entre a população nessa faixa etária.

A representante do Conselho Regional de Psicologia do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Rejane Galvão, esclareceu que a entidade deseja ampliar o debate sobre envelhecimento com a comunidade, os profissionais e os interessados no assunto e que o CRP tem empenhado grande esforço na promoção de encontros sobre o tema, como várias rodas de conversa em diferentes cidades, assim ampliando o debate e o respeito para com os idosos: amanhã, os velhos seremos nós e se desejamos ser respeitados na nossa velhice, temos que desde já promover o debate e a reflexão sobre ela.

Durante o encontro, notamos que o público mostrou-se muito interessados no tema, manifestando suas preocupações com a própria velhice ou com membros de suas famílias, já que muitos convivem com seus avós ou bisavós ou ainda porque estão acompanhando a velhice de seus próprios pais.

A noite foi muito proveitosa quanto às reflexões realizadas e os palestrantes receberam inúmeras solicitações para que novos debates sejam realizados na cidade sobre o assunto em pauta.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

Roda de Conversa: Longevidade e Velhice

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

Roda de Conversa: Longevidade e Velhice

Por: Divina de Fátima dos Santos;
Sonia Fuentes

O Conselho Regional de Psicologia por meio da sua Subsede no Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo em parceria com a UNIVAP – Universidade do Vale do Paraíba – em São José dos Campos promoveu no dia 29.03.2012 a Roda de Conversa sobre a temática Longevidade e Velhice, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para os anos alargados de nossa velhice.

Esta atividade objetivou refletir sobre o assunto com psicólogos e outros profissionais que atuam na área, de modo a falar um pouco das suas experiências e, dessa forma, estimular outros profissionais a prepararem-se melhor no exercício do trabalho com idosos, o que exige qualificação, consciência da responsabilidade e respeito às necessidades do público “envelhescente”.

O número de idosos vem crescendo e, com o aumento da longevidade, cresce também a necessidade de que mais profissionais estejam preparados para atendê-los e dar suporte ao público idoso em todas as suas demandas.

Com um auditório lotado e bastante interessado no tema, as três palestrantes da noite falaram um pouco das suas experiências no trabalho com idosos. Entre os inscritos para o evento estavam estudantes do curso de especialização em Gerontologia oferecida pela própria Universidade, assim como psicólogos, assistentes sociais, pessoas da comunidade e, também, alguns idosos. Foi uma conversa repleta de informações e novidades, com os assuntos versando sobre os pontos descritos a seguir.

O crescimento do número dos velhos no mundo e a forma com que o mundo está envelhecendo são informações que emanam das estatísticas existentes. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), hoje o Brasil chega quase a 20 milhões de idosos, a projeção é a de que em 2050 teremos aproximadamente 64 milhões. Entre os idosos acima de 90 anos, no ano de 2000 tínhamos 261mil brasileiros; em 2010 esta porcentagem saltou para 75% e o número foi para 449 mil idosos. E existem algumas pesquisas e notícias que apontam a possibilidade de se chegar até a idade de 150 anos no futuro (encarte Jornal Valor –Ano 12 –N 575, de 4 de Novembro de 2011).

Mas será que vale a pena viver tanto? Quais as consequências desta empreitada? Não queremos só prolongar a vida, mas também melhorar a saúde de cada um. Nunca se falou tanto em manter-se jovem e bem cuidado como neste século. Há gostos para tudo e para todos, e também para os diferentes bolsos. Você poderá bancar as 150 pílulas que a Glória Maria consome diariamente para manter-se jovem? Quais seriam as consequências imediatas de viver mais de cem anos?

No que se refere ao papel, às ações e aos trabalhos possíveis do psicogerontólogo, foi traçado um painel histórico do envolvimento da Psicologia com a causa do envelhecimento desde Freud, passando por seus seguidores , Eric Erickson e Jung, até  alguns dos profissionais e pesquisadores atuais como Birman, Goldfarb e Messy.

Quais os campos, ações e locais, onde estudantes voltados ao estudo da Gerontologia podem atuar? Alguns dos novos desafios são apresentados a seguir: criar projetos, ações e oficinas que visem o bem-estar não só físico, mas também social e psicológico para o idoso; criar consultorias para orientar trabalhos para idosos nas Instituições de Longa Permanência; escrever manuais, jornais e notícias voltadas para esta parcela etária; dar aulas de graduação na formação de gerontólogos, em cursos de especialização, comunidades, centros de referências e universidades da maturidade. São, portanto, muitos os campos de atuação profissional e com certeza outros virão.

Divina de Fátima dos Santos, Psicóloga e Mestre em Gerontologia, abordou na noite os assuntos relacionados à família contemporânea e à longevidade. E propôs uma pergunta: Que idoso é este de hoje no ano de 2012? Diante da complexidade em que se encontram as famílias contemporâneas, é preciso também saber que família é esta. É necessário contextualizar, antes de atuar, para abordar melhor a importância do trabalho intergeracional e também do apoio familiar e da melhoria da autoimagem, como consequência destas intervenções.

A Psicóloga e Mestre em Gerontologia, Mariângela Faggionato, discursou sobre seu trabalho com os idosos por meio de oficinas ambientais com o objetivo de preservar a área do Forjo na APA (Área de Proteção Ambiental), na Serra da Mantiqueira, em Campos do Jordão. Este foi um trabalho muito interessante e que resultou num livro de nome “Paralelos de vida”.

Ao perceber o interesse do público em conhecer as experiências em relação ao tema do envelhecimento, a Doutoranda em Psicologia e Mestre em Gerontologia da PUC-SP, Sonia Fuentes, contou sobre sua entrada no campo da Gerontologia, descrevendo a sua trajetória, os percalços e o envolvimento crescente com as questões do envelhecimento entrelaçadas com seus interesses pessoais. Abordou a sua tese de mestrado intitulada “As várias faces do cuidar de si” e contou como foi entrevistar dez profissionais “top” de linha da área do envelhecimento; apesar destes profissionais conhecerem a fundo a Gerontologia, ficou claro que também têm dificuldades em cumprir os “cuidados de si”, relacionados às regras de bem viver propagadas pela mídia que se direcionam na maioria ao cuidar do seu corpo físico. No entanto, em relação à liberdade de escolha de como, onde e quando se cuidar, considerou que estes profissionais conseguem seguir seu livre arbítrio e cuidam de si mesmos de acordo com seus limites e interesses. Não há uma regra de bem viver: pensar isto, seria o mesmo que acreditar que existe uma só velhice e um só modo de envelhecer. É preciso ampliar  nosso olhar e acolher toda a diversidade que se apresenta no envelhecimento.

Ao final do encontro, muitos elogios foram feitos tanto as palestrantes que demonstraram total domínio e grande conhecimento do tema em pauta, quanto à iniciativa do CRP em promover tal debate.

As palestrantes agradeceram à UNIVAP e ao CRP-Vale pela confiança e pela oportunidade concedida em expor seus conhecimentos, bem como de refletir sobre esse tão necessário campo de atuação tanto para os psicólogos quanto para os demais profissionais e sobre a necessidade de especializar-se nas questões do envelhecimento humano.

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica

II Mostra Estadual destaca trabalhos inovadores em Psicologia no estado de SP

Divina de fátima dos Santos

Doutora em Psicologia Clínica

II Mostra Estadual destaca trabalhos inovadores em Psicologia no estado de SP

Mais de 90 trabalhos inscritos, sendo que 50 deles estão em atividade. Esse foi o número de iniciativas que integraram a II Mostra Estadual de Práticas Inovadoras em Psicologia: Intersetorialidade, Defesa e Promoção dos Direitos Humanos / Prêmio Madre Cristina, que aconteceu em 2 e 3 de dezembro, em São Paulo. Trabalhos desenvolvidos em hospitais, penitenciárias, clínicas, associações de bairro, escolas e também de estudantes em estágio integraram as iniciativas inscritas. “Tudo isso nos faz crer que uma nova forma de se fazer Psicologia está em curso”, afirmou Luis Fernando de Oliveira Saraiva, Conselheiro do CRP SP na abertura do evento.

Abertura

Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Na abertura, a Conselheira do CFP Marilene Proença destacou as inúmeras possibilidades que a Psicologia tem de se inserir no contexto social, através de ideias e ações inovadoras; além da importância da Madre Cristina para a Psicologia. “Ela é símbolo dessa luta em São Paulo, principalmente nos anos de chumbo da ditadura militar”, afirmou. Nascida em Jaboticabal (interior paulista) em 1916, Madre Cristina, que se formou em Psicologia, foi uma fervorosa defensora dos direitos sociais e humanos, que fez história ao defender seus ideais de um mundo justo e igualitário. O Prêmio Madre Cristina integrou a II Mostra e foi entregue aos melhores trabalhos.

A Conselheira Presidente do CRP SP, Carla Biancha Angelucci afirmou que a opção do CRP SP foi por organizar uma mostra que tivesse um caráter integrador, com espaço para o diálogo e o compartilhar, de forma a perceber diferenças e construir novos apontamentos. “É importante que sejamos provocadas por áreas e experiências que não conhecemos. Para avançar e reconhecer identidades é que decidimos por uma mostra intersetorial. Precisamos compreender como se efetiva os direitos humanos no cotidiano”, defendeu. Biancha completou dizendo que nesse momento isso se faz ainda mais necessário, diante da divulgação das violações aos direitos humanos detectadas no relatório da 4ª Inspeção Nacional.
Ainda na abertura, o filósofo, arquiteto, professor e escritor Luiz Fuganti destacou que a Psicologia ultrapassa a clínica, os consultórios. “A área tem um papel a cumprir em diferentes âmbitos da sociedade: família, escola, justiça. Para detectar e verificar o que não vai bem na sociedade”, acredita.

O sábado, dia 3, foi reservado para o compartilhamento de ideias e iniciativas em Rodas de Conversa que trataram de temas que permearam os trabalhos inscritos como preconceito, violência no Estado, clínica nos dias de hoje e a institucionalização da vida. A Mostra finalizou com o Prêmio Madre Cristina oferecido aos dez trabalhos que se destacaram na atividade.

Doutoranda em pós de psicologia clínica é premiada

O projeto A escrita terapêutica nos encontros integeracionais, pesquisa de doutorado desenvolvida pela pós-graduanda Divina de Fátima dos Santos (Pós em Psicologia Clínica), vence o Prêmio Madre Cristina, do Conselho Regional de Psicologia-SP. Dos 90 trabalhos inscritos na 2ª Mostra Estadual de Práticas Inovadoras em Psicologia, realizada dias 2 e 3/12, em São Paulo, o projeto da doutoranda da PUC-SP ficou entre os 10 selecionados para receber o Prêmio Madre Cristina. O estudo de Divina (à esq., na foto) foi realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Aida de Almeida Castro Grazioli e no Centro de Referência da Melhor Idade (Cremi), ambos em Caraguatatuba (173 Km da capital).

A Escrita terapêutica nos encontros intergeracionais é parte de um trabalho desenvolvido no Projeto: Encontro de Gerações – Oficina da Escrita = Cartas e, faz parte da pesquisa de Doutorado da Divina de Fátima dos Santos, sob orientação da Profa. Dra. Ceneide Cerveny da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP

Premiados

Confira abaixo os premiados (as):

Titulo: GESTÃO DE RISCOS NO TRANSPORTES: NOVAS PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A PSICOLOGIA Autor: VANESSA PEREIRA CANDIDO
Co-autores: LARISSA SILVA, ANA PEREIRA, NATALIA APARECIDA RAMOS GALVÃO, FABIANA CAMPOS.
Local: TEVAP – TERMINAL DE CARGA E DESCARGA DE COMBUSTÍVEIS DO VALE DO PARAÍBA, SÃO JOSÉ DOS CAMPOS. EMPRESA TARGET.

Titulo: MEMÓRIAS DO BAIRRO MONTE SERRAT: ENTRE A PSICOLOGIA E A ARTE Autor: VINICIUS CLEMENTE DIAS
Co-autores: EMÍLIO NOLASCO DE CARVALHO, GABRIEL TEIXEIRA DE MEDEIROS, RAYSSA YUSSIF ABOU NASSIF, RUBENS BIAS PINTO
Local: BAIRO DO MONTE SERRAT, LOCALIZADO NA REGIÃO CENTRAL DE SANTOS/SP

Titulo: PROJETO DE REGISTRO HISTÓRICO AUDIOVISUAL DAS ATIVIDADES DO CRAS Autor: PAULO ROBERTO SILVEIRA BUENO FILHO
Co-autores: NOVO MUNDO FILMES; PROFISSIONAIS/ESTAGIÁRIOS DO CRAS; PARTICIPANTES PROJETOS.
Local: CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) “IRMÃ BEATRIZ HELENA DE BARROS LEITE”; RUA CRISTÓVÃO COLOMBO, 265; CEP 16400775; TEL. (14) 35235483; LINS/SP.

Titulo: A SAÚDE DO TRABALHADOR NO ÂMBITO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA: POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM UMA ASSOCIAÇÃO DE CATADORES Autor: KARINA SOARES SANTOS
Co-autores: BRUNA RAFAEL FRANSATTO, MÁRCIA CRISTINA LOURO FARES, NEY PAIXÃO, LEANDRO TEIXEIRA MENDES
Local: ASSOCIAÇÃO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DO MUNICÍPIO DE DIADEMA

Titulo: CAPS NA RUA – ENCONTROS MARCADOS PELA DIFERENÇA! Autor: ANDRÉA CARLA DE SOUZA ATILANO
Co-autores: N/T
Local: GUARULHOS

Titulo: OFICINA BONECA FLOR – INTERVENÇÃO E PREVENÇÃO À SAÚDE MENTAL DA GESTANTE Autor: MICHELE CARMONA ACHING
Co-autores: TEREZA MARQUES DE OLIVEIRA TANIA MARA MARQUES GRANATO
Local: ONG HABITARE EM PARCERIA COM O ALOJAMENTO SOCIAL DO AMPARO MATERNAL

Titulo: ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA NO CENTRO HOSPITALAR DO SISTEMA PENITENCIÁRIO Autor: TERESA LEOPOLDO E SILVA DE OLIVEIRA
Co-autores: SANDRA REGINA DE OLIVEIRA RODRIGUES DOS REIS FABIANE MATIAS SCHWENKOW MARIA DAS GRAÇAS SATURNINO DE LIMA WILZE LARA BRUSCATO
Local: CENTRO HOSPITALAR DO SISTEMA PENITENCIARIO – SÃO PAULO

Titulo: GRUPOS DE SALA DE ESPERA NO AMBIENTE DE UM FÓRUM Autor: MARIA COSTANTINI
Co-autores: CLAUDIA GUZZARDI ALTIERI e TANIA ALDRIGHI
Local: FÓRUM DAS VARAS ESPECIAIS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA CAPITAL – TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

Titulo: PLANTÃO PSICOLÓGICO NA DELEGACIA DA MULHER: UM LUGAR DE EMPODERAMENTO Autor: ROBERTO EVANGELISTA
Co-autores: MICHELLE GOLDICH RENATA GALVÃO MAURANO JANAINA SA LIMA JULIANA FRANCISCO DO AMARAL MARILIA MORAIS ROSON DANIEL FERRO CARAPETO
Local: DELEGACIA DE DEFESA DA MULHER

Titulo: A ESCRITA TERAPÊUTICA NOS ENCONTROS INTEGERACIONAIS Autor: DIVINA DE FATIMA DOS SANTOS
Co-autores: CENEIDE MARIA DE OLIVEIRA CERVENY
Local: ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA AIDA DE ALMEIDA CASTRO GRAZIOLI E, CREMI – CENTRO DE REFERENCIA DA MELHOR IDADE, AMBOS LOCALIZADOS NA CIDADE DE CARAGUATATUBA – LITORAL NORTE DE SÃO PAULO

Psicóloga Divina

Doutora em Psicologia Clínica